Estamos num momento da história em que nos querem vender a ideia – a maioria de nós parece comprar essa ideia – que a crise económica e social que vivenciamos apenas poderá ser solucionada de uma única maneira.
Essa via de sentido único suporta-se no liberalismo que defende, entre outas ideias, que a economia deve ser controlada por interesses privados.
Não deixa de ser curioso que uma sociedade que nunca foi tão plural noutros aspectos, como a cultura e a moral, se deixe convencer que em termos políticos e económicos apenas existe uma solução.
O que ainda é mais estranho é que quem dirige partidos políticos com designações como social-democrata ou socialista, enverede pelo caminho do pensamento único deixando cair a ideologia que suporta os seus próprios partidos.
Por tudo isto é sempre de aplaudir, pelo menos eu aplaudo, alguém que tem a coragem de pensar de forma diferente.
Quando em Portugal a palavra de ordem é privatizar. Alienar tudo o que é do Estado não interessa a quem nem como, na Argentina a Presidente daquele país teve a coragem política de nacionalizar a empresa que controla o mercado dos combustíveis.
A Espanha numa atitude de colonialismo económico já ameaçou a Argentina referindo que quem ataca as empresas espanholas ataca a Espanha.
É bom que as multinacionais, detidas por pessoas sem rosto, percebam que ainda existem líderes políticos com força e determinação para lhes fazer frente.
Quando estes líderes desaparecerem acabam os Estados Nação e todos os países passam a ser governados como presentemente é governado Portugal. Não por lideres eleitos pelo povo mas por tecnocratas que defendem interesses mais ou menos obscuros.
Essa via de sentido único suporta-se no liberalismo que defende, entre outas ideias, que a economia deve ser controlada por interesses privados.
Não deixa de ser curioso que uma sociedade que nunca foi tão plural noutros aspectos, como a cultura e a moral, se deixe convencer que em termos políticos e económicos apenas existe uma solução.
O que ainda é mais estranho é que quem dirige partidos políticos com designações como social-democrata ou socialista, enverede pelo caminho do pensamento único deixando cair a ideologia que suporta os seus próprios partidos.
Por tudo isto é sempre de aplaudir, pelo menos eu aplaudo, alguém que tem a coragem de pensar de forma diferente.
Quando em Portugal a palavra de ordem é privatizar. Alienar tudo o que é do Estado não interessa a quem nem como, na Argentina a Presidente daquele país teve a coragem política de nacionalizar a empresa que controla o mercado dos combustíveis.
A Espanha numa atitude de colonialismo económico já ameaçou a Argentina referindo que quem ataca as empresas espanholas ataca a Espanha.
É bom que as multinacionais, detidas por pessoas sem rosto, percebam que ainda existem líderes políticos com força e determinação para lhes fazer frente.
Quando estes líderes desaparecerem acabam os Estados Nação e todos os países passam a ser governados como presentemente é governado Portugal. Não por lideres eleitos pelo povo mas por tecnocratas que defendem interesses mais ou menos obscuros.


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